quinta-feira, 18 de junho de 2026

Curso fortalece rede de atendimento às mulheres em situação de violência em Aquidauana e Anastácio

Profissionais de diferentes áreas que atuam na proteção e garantia dos direitos das mulheres participaram, nos dias 10 e 11 de junho, do Curso de Fortalecimento da Rede de Atendimento e Enfrentamento à Violência contra a Mulher, realizado no Centro de Convenções de Anastácio. A iniciativa reuniu cerca de 40 participantes dos municípios de Aquidauana e Anastácio e teve como objetivo qualificar o atendimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
Promovida com foco no fortalecimento da atuação integrada entre os diversos serviços que compõem a rede de proteção, a capacitação proporcionou momentos de reflexão, troca de experiências e construção coletiva de estratégias voltadas ao aprimoramento dos fluxos de atendimento nos dois municípios.
Durante a formação, foram debatidos temas como a articulação intersetorial dos serviços, a aplicação da Lei Maria da Penha, a institucionalização das políticas públicas para as mulheres e a importância da formalização das redes locais por meio de instrumentos normativos que assegurem a continuidade das ações de proteção e acolhimento.
Para a coordenadora municipal de Políticas Públicas para Mulheres de Anastácio, Débora Lubas, o curso representou um importante espaço de qualificação profissional e fortalecimento da rede de atendimento. “Uma rede fortalecida é capaz de acolher, orientar, proteger e transformar vidas”, afirmou.
A supervisora de Políticas Públicas para Mulheres de Aquidauana, Josilene Rodrigues Rosa, também destacou os resultados da iniciativa. Segundo ela, a formação favoreceu a integração entre os diversos serviços e instituições envolvidos na promoção dos direitos humanos e no enfrentamento às violências contra mulheres e meninas, fortalecendo a articulação e a atuação conjunta da rede local.
O investimento na qualificação dos profissionais e na integração dos serviços contribui para ampliar o acesso aos direitos e oferecer respostas cada vez mais efetivas e humanizadas às mulheres em situação de violência.

Fonte: Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul – TJMS

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