A Prefeitura de Campo Grande divulgou a programação de tapa-buracos para esta quarta-feira (4), com serviços previstos em nove trechos de ruas e avenidas da Capital. A publicação, nos Instagram da prefeita Adriane Lopes, ocorre em meio à pressão da Câmara Municipal por melhorias na malha viária e ao avanço da CPI que pretende investigar a execução dos reparos e os contratos do serviço.

O cronograma inclui vias dos bairros Moreninha II, Coophafé, Universitário, Jardim Radialista, Los Angeles, Centro e Vila Nasser. Confira os locais:

  • Rua Peruíbe, entre as ruas Barreiras e Osni de Moura – Moreninha II;
  • Rua Ipamerim – Moreninha II;
  • Rua Abraão Júlio Rahe – Coophafé;
  • Rua Nortelândia, entre as ruas Mato Grosso e das Garças – Coophafé;
  • Avenida Gury Marques, entre as avenidas Guaicurus e Dr. Olavo Vilela de Andrade – Universitário;
  • Rua Escaramuça – Jardim Radialista;
  • Rua Afonso Celso – Los Angeles;
  • Rua Bahia, entre as avenidas Fernando Corrêa da Costa e Afonso Pena – Centro;
  • Avenida Afonso Pena – Centro;
  • Rua São Nicolau – Vila Nasser.

A divulgação ocorre depois de uma série de cobranças dos vereadores sobre a situação das ruas. Em 27 de outubro, a Câmara entregou ao secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, André Brandão, um plano emergencial que estabelece prazos para a Prefeitura apresentar equipes, prioridades e cronograma de atendimento. O documento também propõe a divulgação de um mapa dos pontos críticos e de um balanço dos reparos realizados.

Na ocasião, o secretário informou que a Capital contava com 12 frentes de trabalho para a operação tapa-buracos e que, entre junho e setembro, foram executados cerca de 150 mil metros quadrados de reparos. Ele afirmou ainda que pretende normalizar o serviço até o fim do ano, dependendo das condições climáticas.

A cobrança também avançou para a esfera política. O requerimento de abertura da CPI do Tapa-Buracos, apresentado pela vereadora Luiza Ribeiro (PT), recebeu apoio dos 29 vereadores. A comissão pretende apurar possíveis irregularidades em contratos, a redução dos investimentos destinados à manutenção das vias e problemas na execução dos serviços.