“Nosso papel é dialogar e trazer participação política nas políticas públicas de saúde mental”, afirmou Gabriel Pinheiro, lembrando que o Fórum é um espaço autônomo, independente de partidos ou instituições religiosas. Ele criticou o desmonte das políticas públicas de saúde mental.
Ele citou as mudanças que ocorreram na forma de tratamento com a Reforma Psiquiátrica no Brasil, que mudou a forma como pessoas com transtornos mentais eram tratadas no País. Com essa reformulação legal, os antigos manicômios deixaram de existir. O tratamento é focado nos direitos humanos, com os pacientes mantendo a convivência com a família.
Gabriel Pinheiro fez uma crítica às comunidades terapêuticas, o que classificou como trabalho voltado à lógica manicomial e cerceamento de liberdade, com a chancela e recursos do poder público. Ele defende que o investimento deveria ser feito para ampliar o atendimento nos Caps.
O vereador Dr. Victor Rocha, autor do convite para a fala na Tribuna, lembrou da luta dos pacientes da rede de saúde e das mudanças no tratamento psicossocial, com uma visão de atendimento multidisciplinar. “A gente precisa cada vez mais fortalecer essa política e estruturas dos centros de atendimento psicossocial”.
Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal





