quinta-feira, 2 de julho de 2026

Maior edição do Pró-Ética reconhece 128 empresas e reforça cultura da integridade com apoio do Sebrae

A premiação do Pró-Ética 2025/2026, realizada nesta terça-feira (1º), marcou um novo capítulo na promoção da integridade empresarial no Brasil. Promovida pela Controladoria-Geral da União (CGU) com apoio do Sebrae, a iniciativa reconheceu 128 empresas, o maior número desde a criação do programa. Com o sucesso da edição, o Pró-Ética se consolida como uma das principais referências nacionais e internacionais no incentivo à ética, à transparência, à responsabilidade socioambiental e às boas práticas de governança no setor privado.

Na abertura da cerimônia de entrega dos prêmios, o secretário de Integridade Privada da CGU, Marcelo Pontes Vianna, ressaltou que o reconhecimento vai além da conquista de um selo e representa um compromisso permanente das organizações com a integridade. Segundo ele, investir em programas de compliance fortalece a sustentabilidade e a competitividade dos negócios.

Ser íntegro vale a pena, do ponto de vista da perenidade e da lucratividade do negócio. O troféu também representa uma grande responsabilidade, porque esse compromisso precisa ser permanente e servir de exemplo para parceiros e para todo o mercado.

Marcelo Pontes Vianna, secretário de Integridade Privada da CGU

Antes da entrega das premiações, os integrantes do comitê responsável pela avaliação das empresas também foram homenageados. Entre os destaques das empresas premiadas estão as estatais BNDES, Caixa Econômica Federal, Casa da Moeda do Brasil e Petrobras. Também receberam reconhecimento especial as organizações que receberam o reconhecimento pela sexta vez consecutiva: Itaú, Natura, Neoenergia e Radix, A lista completa das empresas vencedoras está disponível no painel oficial do Pró-Ética.

Foto: Ian Lucas

Desafios da integridade nos pequenos negócios

A programação do Dia da Integridade Empresarial também reuniu representantes de empresas e instituições para discutir como iniciativas como o Pacto Brasil pela Integridade Empresarial e o Pró-Ética podem fortalecer ambientes de negócios mais éticos. No quarto painel do evento, mediado pela diretora de Promoção e Avaliação de Integridade Privada da CGU, Cristine Köhler Ganzenmüller, foram compartilhadas experiências sobre a implementação de programas de compliance e os desafios de transformar compromissos institucionais em práticas efetivas.

Representando o Sebrae, Gabriel Portella, gerente de Integridade Corporativa e membro do Comitê Pró-Ética, destacou que ampliar a cultura da integridade entre micro e pequenas empresas passa, antes de tudo, pela sensibilização dos empreendedores e pela oferta de caminhos práticos para a adoção dessas medidas.

“O pequeno empresário precisa entender por que a integridade faz sentido para o seu negócio e, principalmente, saber por onde começar. O Pacto Brasil cumpre esse papel ao oferecer uma diretriz acessível e funcionar como uma grande campanha de sensibilização. Como a casa do pequeno negócio, o Sebrae tem a responsabilidade de aproximar esse tema da realidade dos empreendedores e mostrar que integridade não é fiscalização, mas uma oportunidade de fortalecimento e competitividade”, afirmou.


Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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