Este problema foi levado à tribuna pelo presidente Papy após reunião com representantes do Conselho Regional Urbano do Centro e pedidos da Associação Comercial (ACICG) e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) sobre a falta de segurança e a iluminação precária na região central: “na hora que o sol se põe, a insegurança toma conta dos empreendimentos. Há uma sequência de furtos recorrentes quando as lojas se fecham”. Com a exposição da situação, a manutenção da iluminação foi realizada, mas ainda tem muito a ser feito.
Saindo da região central e indo para os bairros, o problema da iluminação pública começa desde uma simples troca de lâmpada, como no bairro Manoel Taveira e na Vila Carlota, à instalação de braço e lâmpada na rua Jorge Mascarenhas, no bairro Nova Lima. Mas também foi solicitada a implantação de iluminação onde ainda não há nem o poste como na praça do Jardim Itamaracá.
Papy lembrou na tribuna que o Orçamento do ano passado, houve a maior arrecadação de Cosip (Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública) da história de Campo Grande. “Se somarmos a Cosip no Mato Grosso do Sul, ela é a maior arrecadação do Brasil. São quase R$ 200 milhões que Mato Grosso do Sul arrecadou com a cobrança de custeio para a melhoria da iluminação pública. E quando você pega aqui em Campo Grande, o Centro está sem iluminação, o que dirá nos bairros? Então, fazemos aqui o enfrentamento público para pôr o dedo na ferida. O que está acontecendo?”, questionou o presidente da Casa de Leis durante a Palavra Livre.
Outras indicações
Ainda foram atendidas outras indicações como retiradas de galhos em local público, patrolamento e cascalhamento em vias não pavimentadas e podas de árvores.
Assessoria de Imprensa do Vereador








