sábado, 13 de junho de 2026

Neuralink busca voluntários para implante cerebral em três países

Neuralink busca voluntários para implante cerebral em três países
Fidel Forato

Neuralink busca voluntários para implante cerebral em três países

Após instalar o primeiro chip no cérebro humano
, a Neuralink expande as fronteiras em busca de novos voluntários para os testes clínicos. Agora, a startup
cofundada pelo bilionário Elon Musk
recruta possíveis pacientes no Reino Unido. Pessoas dos EUA e do Canadá continuam a ser aceitas.

Os interessados em conviver com um chip da startup de neurotecnologia precisam obrigatoriamente ter mais de 18 anos, como revela o formulário para inscrições da Neuralink. Esses indivíduos precisam apresentar tetraplegia, paraplegia ou outras condições que afetam diretamente a autonomia, como cegueira, surdez e incapacidade de falar.

Embora a Neuralink tenha aberto a chamada para recrutar voluntários do Reino Unido para testarem o chip de Musk, a startup não recebeu nenhuma autorização para testes clínicos em solo britânico.


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Então, é provável que os pacientes selecionados se desloquem até os EUA, onde há aval da agência Food and Drug Administration (FDA) para uma nova rodada de estudos. Em breve, a segunda pessoa com o chip deve ser anunciada.

Chip da Neuralink no cérebro

Desde janeiro deste ano, há uma pessoa vivendo com um implante cerebral da Neuralink: o estadunidense Noland Arbaug, de 30 anos. Ele foi diagnosticado com tetraplegia, após um acidente, e não consegue movimentar os membros do corpo.

Com o chip, Arbaug é capaz de controlar um cursor de mouse, ampliando a sua autonomia no dia a dia, com o “poder da mente”. Inclusive, ele já jogou partidas de xadrez e até de Mario Kart
.

No entanto, o paciente teve problemas com o chip no cérebro, após a retração de fios do implante
. É possível que até 85% dos fios tenham se desconectado, de forma acidental.

Apesar disso, segundo os desenvolvedores, foi possível contornar o erro, ajustando o sistema para que ele conseguisse detectar a atividade cerebral, com menos eletrodos em operação. O caso ainda é monitorado.

Leia a matéria no Canaltech
.

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