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As 7 piores mães das séries de TV

Paulinha Alves

As 7 piores mães das séries de TV

Embora a maternidade seja quase sempre associada a amor e carinho, existem algumas mães famosas da TV que contrariam essa afirmação. São personagens de séries que foram verdadeiros terrores na vida de seus filhos e mostraram que, para toda regra, há uma exceção.

Da desnaturada Cersei Lannister de
Game of Thrones

, que só pensava em ter mais poder, passando pela enganosa Dee Dee Blanchard de The Act
ou até mesmo a complexa Norma Bates de Bates Motel
, essas personagens mostraram um lado obscuro da maternidade, em que abandonaram ou infligiram algum mal propositalmente a seus filhos. Em alguns casos, o seu mal é justamente amar demais, de forma sufocamente e extremamente tóxica.

Para relembrar algumas dessas terríveis mulheres, o Canaltech
montou uma lista com as piores mães das séries de TV, aquelas que causam calafrios até hoje por tudo o que aprontaram com sua prole.


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7. Cersei Lannister (Game of Thrones)

Muitos até podem considerar que Cersei Lannister (Lena Headey) é uma mãe que ama profundamente seus filhos, mas a verdade é que a Rainha Regente dos Sete Reinos, uma autêntica narcisista, sempre foi bastante displicente quando o assunto era maternidade. Além do fato de ter tido três filhos de um caso incestuoso com seu irmão, ela os via apenas como uma forma de conseguir mais poder.

Não à toa, Joffrey se tornou uma pessoa horrível, criada com conceitos totalmente equivocados sobre o mundo, Myrcella sempre foi negligenciada e Tommen era maltratado. A mãe, inclusive, nunca se importou em treinar o primogênito para assumir o trono e nunca fez questão de esconder que desprezava o caçula por não ser igual ao irmão mais velho.

6. Livia Soprano (Sopranos)

Há outro nível de crueldade em uma mulher que manda matar seu próprio filho, não é mesmo? Livia Soprano (Nancy Marchand) é uma dessas mães da TV que sempre soou terrível aos olhos do público, tendo abusado física, mental e emocionalmente de Tony, Janice e Barbara desde quando eles eram pequenos.

Conforme envelhece, no entanto, ela utiliza de sua idade e condição para ser uma pessoa especialmente cruel com Tony, chegando ao ponto de convencer tio Junior a mandar matá-lo quando o filho decide transferi-la para uma casa de repouso de alto padrão. Embora a tentativa saia pela culatra, Livia continua a ser uma sombra na vida do mafioso, sempre manipulando Tony e outros familiares.

5. Dee Dee Blanchard (The Act)

Baseada em uma pessoa real, o que torna tudo ainda mais assustador, a personagem Dee Dee Blanchard (Patricia Arquette) de The Act
é, de longe, um dos maiores exemplos de piores mães da TV. Com seu jeito aparentemente acolhedor e materno, Dee Dee inventou uma doença inexistente para a filha, raspou sua cabeça para corroborar sua história e a drogou durante anos para que ela sempre estivesse fraca.

Além de mentir para todos ao seu redor e manter a garota em uma cadeira de rodas, ela roubou anos preciosos de sua infância e adolescência e ganhou muito dinheiro com a notoriedade que atraiu com toda essa história. Vítima de um desfecho trágico, a verdade sobre sua farsa, no entanto, só veio à tona após sua morte e a prisão de Gypsy por assassinato.

4. Evelyn Harper (Two and a Half Men)

Quem se lembra dos absurdos proferidos por Evelyn Harper (Holland Taylor), a mãe de Charlie e Allan em Two and a Half Men
? A mulher, apelidada de “o diabo” pelos próprios filhos, era uma trambiqueira de marca maior, interessada apenas em dinheiro, farra e ter uma boa aparência. O que explica por que Charlie e Allan cresceram “complexados” de diferentes maneiras.

Os personagens, inclusive, já estavam acostumados com os comentários ácidos da mãe e com o fato dela nem ligar para o próprio neto, Jake. No entanto, Evelyn conseguiu se superar após a morte do protagonista, chegando até mesmo a tentar vender a casa do filho durante seu funeral.

3. Selina Meyer (Veep)

Se Selina Meyer (Julia Louis-Dreyfus) era uma política sagaz, que fazia de tudo para atingir seu objetivo, tornar-se presidente dos EUA, suas habilidades como mãe, em compensação, deixavam muito a desejar. A forma desprezível com que tratava Catherine, filha que usava apenas para coletar votos e passar uma imagem de família feliz, era aterrorizante e deixaram profundas marcas na garota.

Para se ter ideia, a protagonista chegou a dar um nome para seu neto sem consentimento da filha ou do genro, a usar o casamento de Catherine com Marjorie para escapar da custódia da embaixada da Noruega e, mais tarde, até mesmo a tentar acabar com o casamento entre pessoas do mesmo sexo apenas para angariar votos para sua campanha.

2. Betty Draper (Mad Men)

Quem também com certeza nunca ganhou o prêmio de mãe do ano, foi Betty Draper (January Jones) que visivelmente não gostava, estava pronta ou desejava ter filhos. Fria e distante das crianças, ela não conseguia manter nenhum tipo de vínculo com sua prole, sempre se importando mais em manter as aparências do que se preocupar de fato com o que eles sentiam.

Além de tratar Bobby e Sally como acessórios, sempre os ameaçando e intimidando, Betty se mostrou ser muito imatura e irresponsável, chegando a colocar a vida das crianças em risco para provar que estava certa ao marido e desenvolver um sentimento de competição bastante perturbador com a filha.

1. Norma Bates (Bates Motel)

Quem também não podia ficar de fora dessa lista é Norma Bates (Vera Farmiga), a complexa, aterrorizante e manipuladora personagem de Bates Motel
. Mãe de Norman Bates, que pouco a pouco se transforma no homem desequilibrado e assassino que conhecemos em Psicose
, ela e o filho vivem uma relação sufocante de extrema dependência, em que um se torna quase a extensão do outro.

Imersos em uma relação patológica de proteção, eles possuem um vínculo quase incestuoso depois que o marido de Norma morre. Para se ter ideia, eles dormem juntos na mesma cama, embora Norman já tenha 17 anos, sentem ciúmes dos relacionamentos um do outro e vivem em constante voyeurismo, observando seus corpos.

Leia a matéria no Canaltech
.

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