Os candidatos à Presidência da República intensificaram participação em entrevistas nesta segunda-feira (24).
Em São Paulo, Augusto Cury, do Avante, participou de sabatina na rede de rádio TMC, onde sugeriu a divisão do BNDES para a criação de um banco da microempresa, com agências espalhadas por todo o país. Na área da segurança, afirmou que o Brasil “aprisiona muito pouco” e defendeu a criação de cursos técnicos ligados ao sistema prisional brasileiro.
Também em São Paulo, Ronaldo Caiado, do PSD, participou de evento na Casa Jereissati e concedeu entrevista ao Canal Rural. Dentre as prioridades para o agronegócio, o candidato prometeu reduzir a inadimplência no setor, o custo dos insumos e dos transportes e a valorização das exportações brasileiras.
Também concederam entrevistas Edmilson Costa, do PCB, ao Monitor Mercantil; Wilson Grassi, do Democrata, ao jornal Gazeta de S. Paulo; e Hertz Dias, do PSTU, ao Podcast Três Irmãos.
Renan Santos, do Missão, esteve na Faria Lima, em São Paulo, onde se encontrou com empresários e investidores. Aos jornalistas, afirmou que seu plano de governo prevê reformas na economia, incluindo cortes de gastos da União.
Samara Martins, do UP, cumpriu agenda em Teresina, capital do Piauí, onde visitou o acampamento dos trabalhadores demitidos da Agespisa, companhia de tratamento de água e esgoto do estado. No ato, criticou a privatização dos serviços da empresa e defendeu o aumento da renda do brasileiro, dobrando o valor do salário mínimo.
Em Belford Roxo, no Rio de Janeiro, Romeu Zema, do Novo, teve encontro com evangélicos e familiares de pessoas viciadas em jogos de apostas online. Na agenda, conheceu o trabalho da igreja Assembleia de Deus no acolhimento às vítimas e voltou a afirmar que, se eleito, vai proibir as bets no país. O candidato participa de entrevista na TV Globo, após o Jornal Nacional.
Clariana Barão, do Democracia Cristã, participou de Media Trainning, em Brasília.
Lula, do PT; Flávio Bolsonaro, do PL; e Rui Costa Pimenta, do PCO não tiveram agenda de campanha nesta segunda-feira.
Pablo Marçal, do PRTB, continua proibido pelo TSE de participar de agendas públicas até o julgamento do registro de sua candidatura pela legenda, já que ele estava filiado ao União Brasil em abril deste ano. A lei exige prazo mínimo de seis meses de filiação a um partido para que o postulante seja candidato pela legenda. Nesta segunda-feira, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo negou recurso e manteve a inelegibilidade de Marçal até 2032, por irregularidades na campanha à Prefeitura de São Paulo.
*Com produção de Marcella Nogueira e Salete Sobreira
Fonte: Radioagência Nacional – EBC