A Comissão de Direitos Humanos (CDH) debateu nesta sexta-feira (21) a segurança do sistema contraceptivo permanente Essure e os impactos relatados por mulheres que utilizaram o dispositivo. A audiência, requerida pela presidente do colegiado, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), abordou o monitoramento de produtos médicos após a comercialização, o consentimento das pacientes e o acompanhamento clínico. Participantes do debate cobraram a criação de uma política nacional de assistência para essas mulheres. O dispositivo, implantado em mais de 10 mil mulheres no Brasil, deixou de ser comercializado após relatos de eventos adversos graves.