A temporada de 2024 da Fórmula 1 iniciou em meio ao anúncio de mudança de equipe de Lewis Hamilton, Christian Horner sendo investigado por envolvimento com funcianária da Red Bull, e agora uma suposta manipulação no pódio de um Grande Prêmio (GP) de 2023.
Na corrida em questão, Fernando Alonso, piloto da Aston Martin, largou na segunda posição, mas antes alinhou o carro fora das marcações e por isso foi punido com cinco segundos em uma das paradas nos boxes.
Porém, o piloto espanhol poderia levar mais uma punição pelo fato de a equipe ter encostado no carro antes dos cinco segundos terem acabado. Fernando foi avisado, e cruzou a linha 5 segundos antes de George Russell, da Mercedes.
O bicampeão levou mais uma punição, dessa vez de dez segundos, o que deixou o piloto britânico e a Mercedes com o terceiro lugar no Grande Prêmio, e Alonso com a quarta colocação.
Mais tarde, a segunda punição foi descartada, devolvendo o terceiro lugar para Fernando Alonso, e tirando Russell do pódio. Agora, o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Mohammed Bem Sulayem, foi posto sob investigação acusado de interferir no resultado do GP da Arábia Saudita da temporada passada.
Segundo a BBC, o presidente teria procurado o vice-presidente da FIA para o Oriente Médio e o Norte da África, xeque Abdullah bin Hamas bin Isa Al Khalifa, para ignorar a punição de Fernando Alonso.
Uma queixa formal foi assinada pelo líder de compliance da FIA, Paolo Bassari, e enviada ao comitê de ética da federação. A instituição tem até seis semanas para se posicionar à respeito do caso.
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