Uma imagem viralizou nas redes sociais após rumores de que os Estados Unidos teriam atacado a Venezuela, resultando na suposta captura do presidente Nicolás Maduro. O post indicava que um jornal chileno teria confundido o líder venezuelano com o apresentador Ratinho, do SBT.
No entanto, a imagem compartilhada é uma montagem. O vídeo original foi exibido pelo telejornal Meganoticias, do Chile, em 24 de fevereiro de 2024, em uma reportagem sobre países aliados da Rússia e da Ucrânia, em meio à guerra que se arrasta desde 2022.
Na versão falsa, Nicolás Maduro foi substituído por Ratinho, enquanto o presidente da China, Xi Jinping, apareceu como o Ursinho Pooh.
No frame original, as fotos de Xi Jinping e Nicolás Maduro aparecem corretamente ao lado de Ebrahim Raisi, presidente do Irã, e Alexander Lukashenko, líder da Bielorrússia. Apesar disso, a montagem foi amplamente compartilhada na internet e muitos internautas acreditaram se tratar de uma imagem verdadeira.
Ratinho comenta a situação
Após a brincadeira viralizar, o apresentador do SBT publicou um vídeo em seu Reels no Instagram, com a legenda: “Só o que me faltava, viu”. O pronunciamento cômico de Ratinho com a situação, divertiu seu público na internet.
O episódio gerou comentários bem-humorados dos internautas. “O importante é os Estados Unidos não confundir”, escreveu um usuário. “Tem que fazer o exame de DNA”, brincou outro . “Aposto que foi o xaropinho que enviou a foto para o jornal”, comentou um terceiro sobre o viral.
O que aconteceu com Maduro?
No último sábado, 3 de janeiro, os Estados Unidos capturou o presidente Nicolás Maduro durante operação em território venezuelano. A ação foi registrada em Caracas, capital da Venezuela, em áreas dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, incluindo relatos de fortes explosões no litoral e na cidade costeira de Higuerote, em meio a uma ofensiva atribuída pelos Estados Unidos a alvos civis e militares no país sul-americano.
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Autoridades estadunidenses afirmam que a ação teve como objetivo desarticular ameaças à segurança regional e pressionar o governo venezuelano em meio a uma escalada diplomática e de sanções contra o regime de Nicolás Maduro.









