sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Defesa de Will Smith nega acusações de abuso sexual

O advogado Allen B. Grodsky, responsável pela defesa de Will Smith, declarou ao BuzzFeed que as acusações de assédio sexual atribuídas ao artista não procedem e as classificou como “falsas, infundadas e irresponsáveis”.

Segundo Allen, a equipe jurídica do artista pretende contestar formalmente o processo.

“[As acusações] são categoricamente negadas e usaremos todos os meios legais disponíveis para contestar essas alegações e garantir que a verdade venha à tona”, afirmou o advogado.

A ação foi protocolada no dia 30 de dezembro de 2025, em Los Angeles, pelo violinista profissional Brian King Joseph.

No processo, ele acusa Will Smith e a empresa Treyball Studios Management, Inc. de assédio sexual, retaliação e demissão indevida.

De acordo com a queixa, Brian teria sido convidado pelo artista, em novembro de 2024, para integrar a turnê mundial “Based on a True Story: 2025”. O músico sustenta que, ao longo do período, teria sido “preparado e condicionado deliberadamente” para uma suposta exploração sexual.

O processo descreve um episódio ocorrido em março de 2025, durante a turnê, quando o violinista afirma ter encontrado sinais de que alguém entrou em seu quarto de hotel, em Las Vegas, sem indícios de arrombamento.

Entre os itens citados estão um bilhete manuscrito com a frase “Brian, voltarei… só nós”, além de lenços umedecidos, uma garrafa de cerveja e um frasco de medicamento para HIV em nome de  outra pessoa.

Ainda segundo o relato judicial, o músico disse ter temido que alguém retornasse ao local para forçá-lo a manter relações sexuais. Após comunicar o ocorrido à equipe responsável pela turnê, Brian afirma que foi repreendido por um membro da produção e informado de sua dispensa.

O violinista sustenta que foi substituído por outro profissional e que o episódio teria provocado danos emocionais severos, prejuízos financeiros e impactos à sua reputação, além de problemas de saúde mental, incluindo transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). 

gente.ig.com.br