domingo, 4 de janeiro de 2026

Beyoncé e o réveillon dos bilionários

O lugar tem o nome de Saint Barth, uma pequena ilha no Caribe onde se fala francês e a alta temporada é conhecida entre o Natal, réveillon e o mês de abril.

Existem ao menos 200 superiates que ficam estacionados na praia de Gustávia, que é a cidade capital da ilha.

E lá estava Beyoncé e seu super iate de 140 metros de comprimento.

Os superiates não são medidos em pés como os barcos ou iates comuns.

Os superiates são medidos em metros.

Até nisto eles são diferentes, é uma casta à parte.

Estes pequenos navios de alto luxo têm detalhes que o povo nem imagina.

Muitos têm helicópteros próprios, que levam e trazem os donos dos iates do aeroporto onde os aviões descem, em uma ilha ao lado de Saint Barth.
Ou podem ser buscados pelo próprio iate de cada um , dando um toque de ostentação digno do local.

Acreditem, um destes superiates tem um submarino próprio.
Ninguém sabe o motivo, mas com certeza o dono do iate sabe.

E neste cenário encontramos Beyoncé, altiva, de porte imponente, bilionária.

Alguns jornalistas dizem que o seu iate custa 2 bilhões de reais.

Mas isto não se sabe exatamente porque ninguém tem acesso ao preço destes iates, a não ser quem compra e quem vende.

Estes negócios são tratados como segredos de Estado.

Então, se o barco de Beyoncé custa 500 milhões ou 2 bilhões, isto fica na fantasia de cada um.

Mas quem conversou com a tripulação do iate de Beyonce acabou sabendo de coisas particulares.

Dentro de seu barco, a cantora se sente serena, quase entediada.

Não demonstra emoção alguma durante todo tempo em que ela fica lá, onde descansa em uma suíte de grande luxo.

Quase não se ouve a voz dela, mesmo quando está com convidados.

Ali é o seu refúgio, o seu descanso de verdade, com o cheiro do mar e cercada por milionários mais ricos ou não que ela.

Beyoncé  tem uma postura em seu iate como se ela sempre tivesse aquela riqueza.

Não se sabe se dentro daquela postura ela se lembra de sua infância pobre e de tantos preconceitos.

Saint Barth é assim, uma baía de mar sereno, onde centenas de superiates estacionam como se fosse o quintal da casa deles.

A cidade em si tem lojas de grifes caras e restaurantes que se contentam com o que ganham nesta temporada.

Raramente os donos dos iates vão provar as comidas dos restaurantes.

A frequência destes restaurantes é de gente muito rica, mas que fica em hotéis muito caros e não tem barcos.

Gente que paga 2 mil dólares por dia de hospedagem e 200 dólares por refeição.

Mas os iates têm chefes de cozinha próprios que vão até a cidade e compram o que existe de bom para os seus patrões.

Assim é a baía de Gustávia, onde os maiores iates do mundo se aquietam no réveillon.

Este é o cenário onde Beyoncé passou o fim do ano passado em seu lugar favorito no mundo e o único lugar onde ela descansa de verdade.

gente.ig.com.br