A campo-grandense Karyn Lima Souza e Silva, de 24 anos, está desaparecida desde o dia 15 de abril, após ser vista pela última vez entrando em um carro de transporte por aplicativo, em São José (SC). O caso é investigado pela Polícia Civil, que trabalha com diferentes hipóteses, incluindo a possibilidade de fuga.
Segundo informações apuradas por veículos locais, a jovem havia se mudado de Campo Grande para Santa Catarina em agosto de 2025, onde trabalhava como secretária em uma escola. No dia do desaparecimento, ela teria informado ao marido que iria ao dentista durante o expediente. Imagens mostram o momento em que ela entra no veículo, sendo esse o último registro conhecido.
Cerca de duas horas depois, colegas de trabalho estranharam a demora no retorno e tentaram contato, mas o celular já estava desligado. Desde então, Karyn não foi mais vista. Um boletim de ocorrência foi registrado e o caso passou a ser acompanhado pela Polícia Civil de Santa Catarina.
De acordo com a delegada responsável, Marcela Sanae, uma das linhas de investigação considera a hipótese de fuga. Isso porque a escola onde a jovem trabalhava também registrou ocorrência por um suposto desvio de aproximadamente R$ 40 mil.
Conforme apuração, o esquema teria ocorrido por meio do envio de uma chave Pix pessoal da funcionária para pais e responsáveis de alunos, em vez da chave oficial da instituição. O caso também será apurado em inquérito específico.
Ainda segundo informações divulgadas, o marido relatou que Karyn enfrentava problemas com jogos de apostas online, como o chamado “jogo do tigrinho”, o que pode ser considerado no contexto das investigações.
Apesar disso, a polícia ressalta que nenhuma hipótese foi descartada e o desaparecimento segue sendo tratado com prioridade. A mãe da jovem, que mora em Mato Grosso do Sul, viajou até Santa Catarina para acompanhar de perto o andamento do caso.
Qualquer informação que possa ajudar na localização pode ser repassada às autoridades policiais.






