Mais do que reconhecer uma feira já consolidada entre os campo-grandenses, a legislação fortalece um espaço que movimenta o comércio local, incentiva pequenos empreendedores, gera oportunidades para artistas e artesãos e transforma um espaço público em um ambiente de convivência para famílias.
Realizada mensalmente, das 9h às 15h, a Feira Borogodó reúne expositores de artesanato, gastronomia, moda, economia criativa e atrações culturais, atraindo milhares de visitantes e impulsionando a circulação de renda entre pequenos negócios da Capital.
Autor da proposta, o vereador Maicon Nogueira afirma que a oficialização representa um reconhecimento a um movimento que nasceu da comunidade e hoje integra o calendário afetivo da cidade. “A Feira Borogodó já faz parte da identidade de Campo Grande. É um espaço que promove cultura, incentiva o empreendedorismo, fortalece o comércio local e cria oportunidades para centenas de famílias. O reconhecimento por meio da lei valoriza esse patrimônio da população e garante ainda mais segurança para sua continuidade”, afirma.
Um dos organizadores da Feira Borogodó, Felipe Monteiro, destaca que a aprovação da lei representa a consolidação de um trabalho construído ao longo dos últimos anos. “O Maicon encabeçou esse projeto para transformar a Feira Borogodó em um evento oficialmente reconhecido no calendário cultural da cidade, e isso foi muito importante. É um trabalho que estamos construindo há mais de dois anos. Com essa lei, conquistamos a segurança de que esse projeto está consolidado em Campo Grande e temos condições de perpetuar esse movimento, crescer e continuar fomentando a economia local, a cultura e os pequenos empreendedores”, ressalta.
Para a artesã Carine, que participa da feira, o reconhecimento oficial também fortalece quem vive da produção cultural e artesanal. “Hoje existe uma segurança maior para levar nossa arte à população, com liberdade, diversidade e valorização da produção local. A Feira Borogodó é um espaço onde o artista e o artesão conseguem mostrar seu trabalho, gerar renda e fazer parte da construção da cultura de Campo Grande”, afirma.
Na justificativa do projeto, o parlamentar destaca que a proposta busca fomentar a economia local, incentivar a cultura popular e promover a convivência comunitária, além de fortalecer a economia criativa e valorizar a identidade cultural campo-grandense.
Com a sanção da lei, Campo Grande reconhece oficialmente um evento que se consolidou como um dos principais espaços de cultura, lazer e empreendedorismo da Capital, reforçando o papel das feiras na geração de renda, na valorização dos artistas locais e no fortalecimento da economia criativa.
Assessoria de imprensa do vereador







