quarta-feira, 20 de maio de 2026

Após veto, Ronilço Guerreiro diz que vai reapresentar projeto do Horto Florestal da Região Norte em novo formato

Mesmo após manutenção do veto do Executivo ao projeto que criava o Horto Florestal da Região Norte, o vereador Ronilço Guerreiro afirmou que irá reapresentar a proposta em um novo formato, após negociações e construção conjunta com a prefeitura e parceiros envolvidos. O veto foi mantido durante a sessão da Câmara Municipal sob justificativa de vícios formais, inconsistências relacionadas à legislação ambiental e dificuldades orçamentárias.

A proposta previa transformar uma área verde com lagoa, próxima à UCDB e ao Jardim Seminário, em um espaço voltado à preservação ambiental, educação, lazer e convivência comunitária. O projeto havia sido aprovado pelos vereadores em março, mas acabou barrado pelo Executivo antes da sanção.

Durante a discussão em plenário, Guerreiro votou pela derrubada do veto e afirmou que a intenção é ajustar o texto para viabilizar a implantação do espaço sem que a proposta fique paralisada. “Vou reapresentar o projeto em um novo formato. Já estamos negociando e buscando parcerias. Não vou abrir mão desse projeto”, afirmou o vereador. Segundo ele, a iniciativa nasceu a partir de estudos técnicos, audiências públicas e demandas apresentadas pela população da região norte da Capital.

O parlamentar destacou ainda que o projeto foi construído coletivamente e que a proposta não deve ser abandonada após o veto. “Não adianta derrubar o veto e o projeto ficar parado, por isso vamos buscar uma forma de tirá-lo do papel. Esse projeto não saiu da minha cabeça. É fruto de estudo, da demanda das pessoas da região e das discussões que fizemos em audiência pública”, disse.

O texto original previa a criação de uma unidade de conservação de uso sustentável, com ações de recuperação de áreas degradadas, proteção da lagoa e das Áreas de Preservação Permanente (APPs), além de programas de educação ambiental em parceria com instituições de ensino, como a Universidade Católica Dom Bosco.

Entre as medidas previstas estavam o plantio de espécies nativas do Cerrado, implantação de banco de mudas, monitoramento ambiental e criação de espaços de convivência para a população. A proposta também dialogava com debates recentes sobre sustentabilidade urbana e preservação ambiental em Campo Grande.

Assessoria de Imprensa do Vereador
 


Fonte: Câmara Municipal de Campo Grande – MS