sábado, 20 de julho de 2024
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Soja: seguindo petróleo e monitorando demanda chinesa, Chicago estende ganhos

Os contratos da soja em grão registram preços mais altos negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado estende o movimento positivo visto no pregão anterior, impulsionado pelas expectativas de aumento na demanda chinesa. A estabilidade das condições das lavouras nos Estados Unidos e o avanço do petróleo em Nova York também sustentam as cotações.

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Conforme a Reuters, a China deve importar volumes recordes de soja em julho, atraída pelos preços mais baixos e pela perspectiva de Donald Trump retornar à presidência, reacendendo as tensões comerciais entre Pequim e os Estados Unidos, que já foram o principal fornecedor da oleaginosa para o país asiático.

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de soja. Segundo o USDA, até 30 de junho, 67% estavam entre boas e excelentes condições, 25% em situação regular e 8% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 67%, 25% e 8%, respectivamente.

Os contratos com vencimento em novembro operam cotados a US$ 11,18 1/4 por bushel, alta de 7,25 centavos de dólar, ou 0,65%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (01), a soja fechou com preços mais altos. O sentimento de que a demanda chinesa poderá melhorar no curto prazo e o desempenho positivo de outros mercados asseguraram a recuperação. O dia foi de menor aversão ao risco e bom desempenho de algumas commodities. No complexo, o óleo teve bons ganhos. Petróleo e trigo também subiram bem e ajudaram a sustentar o grão.

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 12,50 centavo de dólar, ou 1,10%, a US$ 11,46 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 11,11 por bushel, com ganho de 7,00 centavos ou 0,63%.

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