sexta-feira, 29 de agosto de 2025

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Soja mantem o ritmo da semana e lentidão reflete segue no mercado

O mercado brasileiro de soja manteve o mesmo ritmo ao longo da semana, com poucas ofertas no físico. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os produtores seguem firmes nas pedidas, o que mantém o spread elevado entre comprador e vendedor.

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A soja disponível aparece apenas em algumas indicações nominais, sem negócios efetivos. A safra antecipada também teve pouca movimentação nos últimos dias, apontou o consultor.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), as oscilações foram pequenas, com certa volatilidade, mas sem alterações relevantes. Conforme Silveira, os prêmios ajustaram levemente e, no físico, os preços ficaram entre estáveis e um pouco mais altos em algumas praças, mas só como referência, sem negócios reportados.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 139,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 127,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos, recuperando parte das perdas da semana e ampliando os ganhos de agosto, que superaram 7%. O dia foi de volatilidade e ajustes de carteira, em função do final do mês e do feriado prolongado.

Nos fundamentos, poucas mudanças. O clima segue beneficiando as lavouras americanas e a expectativa é de safra cheia, embora menor que a inicialmente prevista. O mercado segue atento à demanda chinesa e às negociações comerciais entre os dois países.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 8,50 centavos de dólar, ou 0,82%, a US$ 10,36 3/4 por bushel. A posição novembro encerrou a US$ 10,54 1/2 por bushel, com avanço de 6,50 centavos ou 0,62%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 1,70, ou 0,59%, a US$ 289,00 por tonelada. No óleo, os contratos para dezembro caíram 0,29 centavo ou 0,55%, a 52,14 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,4219 para venda e a R$ 5,4199 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,4128 e a máxima de R$ 5,4531. Na semana, acumulou leve desvalorização de 0,06%, enquanto no mês o recuo foi de 3,18%.

www.canalrural.com.br

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