quinta-feira, 20 de junho de 2024
Campo Grande
19°C

Rádio SOUCG

  • ThePlus Audio

Arroz importado: Conab vai reofertar compra de 36,63 mil t

As 36,63 mil toneladas (t) de arroz importado não adquiridas nesta quinta-feira (6), que completariam as 300 mil t que o governo federal tencionava adquirir em leilão, serão reofertadas para a compra pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O leilão será eletrônico, na modalidade “viva-voz”, com utilização do Sistema de Comercialização Eletrônica da Conab (Siscoe) e com interligação das Bolsas de Cereais, de Mercadorias e/ou de Futuros, e está marcado para ocorrer no próximo dia 13, a partir das 9h.

Cercado de muita polêmica, o certame da última quinta resultou na compra de compra de 263,37 mil toneladas de arroz importado, em uma operação que custou R$ 1,316 bilhão.

A justificativa do governo federal para a importação do arroz é a de que as enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul, maior cultivador nacional do grão, teriam afetado a produção, o que poderia comprometer o abastecimento interno e motivar especulação de preços. No entanto, entidades ligadas ao setor produtivo garantem que ao menos 80% da produção gaúcha foi colhida e será disponibilizada para consumo.

Na última semana, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou, uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do governo federal de autorizar a importação de arroz. Segundo a entidade, a importação vai afetar a cadeia produtiva, criando instabilidade de preços e prejudicando produtores locais de arroz.

Leilão complementar de arroz importado

O arroz a ser adquirido será destinado para Amazonas, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins. O documento estabelece que o produto deverá ter aspecto, cor, odor e sabor característico de arroz beneficiado polido longo fino tipo 1 e proíbe a aquisição de arroz aromático.

O arroz deve estar acondicionado em embalagem com capacidade de 5kg, transparente e incolor, que permita a perfeita visualização do produto e com logomarca, e os compradores deverão vender o produto exclusivamente para o consumidor final, com preço máximo de R$ 4 o quilo.

Fonte

Enquete

O que falta para o centro de Campo Grande ter mais movimento?

Últimas