O memorando assinado pelo governador Eduardo Riedel e ministro da Indústria e Comércio do Paraguai, Francisco Javier Giménez, criou grupo de estudos para a construção de um novo gasoduto de 1.050 km, que transportará gás natural da reserva de Vaca-Muerta, na Argentina, atravessando o Chaco paraguaio até Campo Grande.
Este ramal se conectará ao Gasbol (Gasoduto Brasil-Bolívia) e terá um custo estimado de US$ 2 bilhões. O titular da Semadesc, Jaime Verruck, e CEO da MSGÁS, Cristiane Schmidt, que integrarão o Grupo de Trabalho, assinaram o documento como testemunhos. O gás argentino poderá chegar a um custo de US$ 8 a 10 dólares por milhão de BTU, valor inferior aos 13 dólares pagos pelo gás boliviano.
“O Gás Natural de Vaca Muerta terá preço competitivo e será importante para a geração de empregos e desenvolvimento para Mato Grosso do Sul”, afirma Cristiane Schmidt.
Assessoria de Comunicação MSGÁS