sexta-feira, 4 de abril de 2025

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Empate entre São Paulo e Palmeiras continua a render revoltas; entenda

O clássico entre São Paulo e Palmeiras aconteceu na noite de ontem (03), pelo Paulistão. Mas os protagonistas foram o árbitro Matheus Delgado Candançan e o VAR, que agiram de maneira que resultou em muitas reclamações, principalmente do lado tricolor.

O primeiro caso foi no lance que originou no gol do São Paulo, na qual Richard Ríos atingiu Pablo Maia na perna com a sola da chuteira, e o meio campista do tricolor ficou com ferimentos.

O gol saiu, e o árbitro entendeu que o lance foi para apenas cartão amarelo para o jogador do Palmeiras. Já no segundo tempo, foi marcado um pênalti para o verdão, mas a decisão foi contestada pelo São Paulo, que estava a frente no placar.

O VAR chamou o árbitro para que ele analisasse a disputa de bola entre Rafael e Murilo, que no primeiro momento, o juiz não tinha marcado o pênalti, após a checagem no monitor, a penalidade foi marcada e convertida para o gol de empate do Palmeiras. O São Paulo defende que a disputa de bola foi normal, e não deveria ter sido aplicada a penalidade.

Mais tarde, um lance parecido aconteceu em favor do São Paulo. Matheus Delgado Candançan não marcou nada. Mas o VAR o chamou novamente, no entanto ele manteve a sua decisão, causando mais revolta nos jogadores e comissão técnica do time comandado por Thiago Carpini.

Após o final do confronto, o presidente Julio Casares, o diretor de futebol Carlos Belmonte e os jogadores Calleri e Wellington Rato, do tricolor, não esconderam a revolta com a arbitragem do jogo e tiveram que ser contidos pela Polícia Militar no corredor do vestiário do estádio Morumbi.

Eles xingaram a arbitragem, e o presidente do São Paulo afirmou que Abel Ferreira (técnico do Palmeiras) “não pode apitar os jogos do Paulistão”. E ainda, o São Paulo proibiu que o português participasse da coletiva de imprensa.

Hoje (04), o Palmeiras emitiu um comunicado contra Carlos Belmonte que chamou Abel Ferreira de “português de merda”, em vídeo vazado durante o protesto do São Paulo. Na nota, o verdão acusa o diretor de futebol de xenofobia, e afirmam estar tomando as medidas cabíveis para proteger o técnico e o clube.

Na súmula do confronto, o árbitro Matheus Delgado Candançan disse que a equipe de arbitragem foi interceptada por alguns membros do São Paulo.

A situação ajudou a fomentar o fim da boa relação entre os clubes nos bastidores, visto que Julio Casares e Leila Pereira, presidente do Palmeiras, se aproximaram em 2023. Uma aproximação que aconteceu por ambos estarem à frente da Liga do Futebol Brasileiro (Libra).

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