Atualmente, 538 mulheres vítimas de violência doméstica no Estado do Rio de Janeiro são protegidas pelo botão do pânico.
O dispositivo possibilita o acionamento das forças de segurança para o atendimento mais rápido em situações de risco.
E de janeiro a julho deste ano, foi acionado 67 vezes.
De acordo com o governo do estado, o botão do pânico reforça a proteção de mulheres amparadas por medidas protetivas determinadas pela Justiça e está vinculado à tornozeleira eletrônica usada pelo agressor.
O monitoramento é feito pela Polícia Penal do estado.
E ainda conforme o Governo do Rio de Janeiro, desde a implantação dos equipamentos, nenhuma mulher monitorada sofreu qualquer tipo de agressão devido à resposta imediata.
Em uma situação de risco, a mulher pode acionar o botão do pânico.
O alerta é recebido pela Polícia Penal, que realiza os procedimentos necessários e comunica a ocorrência à Polícia Militar, responsável pelo deslocamento para o atendimento da vítima.
O dispositivo começou a ser implantado em 2019 em escolas da rede pública que ficam em áreas de risco, onde, por exemplo, há a presença de organizações criminosas.
No ano passado, foi a vez das mulheres vítimas de violência.
E neste ano, o botão do pânico está sendo instalado nas unidades de pronto atendimento do governo do estado.
O objetivo é coibir a violência contra profissionais de saúde.
Levantamento do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro aponta que um médico é vítima de ameaça, intimidação ou violência física a cada três dias em unidades de saúde do estado.
Fonte: Radioagência Nacional – EBC