A proposta parte da avaliação de que a estrutura atual da Prefeitura não consegue atender à dimensão do problema. Segundo o vereador, quatro das sete regiões urbanas da Capital ainda permanecem praticamente sem atendimento efetivo das equipes de tapa-buracos por falta de contrato, o que exige medidas excepcionais para acelerar os serviços.
“Precisamos agir com criatividade e senso de urgência. O que não podemos é ver a prefeitura ficar de ficar de braços cruzados enquanto a população convive diariamente com buracos, prejuízos e insegurança no trânsito. Existem possibilidades, não podemos ser reféns desses contratos e de aditivos”, afirmou.
Para Ronilço, uma cooperação institucional com o Exército pode reforçar a capacidade operacional do município e permitir que as equipes avancem simultaneamente em mais bairros, reduzindo o tempo de espera da população. “Não é algo novo esse tipo de parceria e, inclusive, em Campo Grande já teve convênio entre a prefeitura e Exercito para recapear a cidade. É só conversar, retomar”.
Além da força-tarefa emergencial, o vereador pede que Campo Grande passe a contar com um programa permanente de manutenção das vias, com cronograma regionalizado, lembrando da importância das zeladorias em todas as regiões da cidade. Segundo ele, a falta de manutenção preventiva fez com que o asfalto chegasse ao atual nível de desgaste, obrigando o município a realizar apenas ações paliativas.
“Nós vereadores somos os mais próximos das população, estamos diariamente nas ruas e diariamente recebo reclamações de moradores sobre a situação da cidade. Entre as principais queixas estão os prejuízos causados aos veículos, o aumento do risco de acidentes e as dificuldades enfrentadas por comerciantes, moradores e até feirantes, que convivem com buracos”, disse Guerreiro.
“A população quer resultados. Nosso papel é fiscalizar, cobrar e apresentar alternativas. Se a estrutura atual não consegue atender toda a cidade, precisamos buscar soluções que permitam acelerar esse trabalho e devolver condições seguras de tráfego para quem vive em Campo Grande”, destacou.







