Em um momento em que poucos acreditavam que seria possível avançar na fiscalização do sistema, Junior Coringa apresentou e defendeu a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito com o objetivo de investigar reclamações recorrentes da população relacionadas ao transporte coletivo.
Ao longo dos trabalhos, a CPI reuniu documentos, ouviu envolvidos e consolidou um relatório final apontando uma série de situações que exigiam providências por parte do poder público. Entre os principais apontamentos estava justamente a necessidade de medidas mais rígidas para garantir transparência, fiscalização e retomada do controle operacional do sistema.
Agora, com a decisão da Prefeitura de decretar intervenção no Consórcio Guaicurus por até 180 dias e nomear um interventor para assumir a condução do serviço, muitos dos debates levantados durante a CPI voltam ao centro das atenções.
Para Junior Coringa, o momento representa o reconhecimento de que investigar e fiscalizar foi necessário.
“Quando propusemos a CPI, nosso objetivo nunca foi criar confronto, mas buscar respostas para a população que depende do ônibus todos os dias. O que vemos agora é que os problemas existiam e precisavam ser enfrentados”, destaca.
A intervenção abre uma nova fase para o transporte coletivo de Campo Grande e aumenta a expectativa da população por melhorias concretas na qualidade do serviço, renovação da frota, cumprimento de horários e mais respeito aos usuários.
Independentemente dos próximos desdobramentos, fica registrado que um dos primeiros passos institucionais para colocar o tema em evidência foi dado com a abertura da CPI do Consórcio Guaicurus — iniciativa que colocou o transporte coletivo no centro das discussões e ajudou a ampliar a cobrança por mudanças.
Assessoria de Imprensa do Vereador








