Trad enfatizou a importância da efetivação das leis já existentes voltadas para a inclusão e a acessibilidade. “Para o poder público e seus representantes, nós precisamos unir e não segregar. Uma sociedade justa, a exemplo dos grandes centros a nível europeu, que persegue esta ideologia. Você une e não segrega Hoje o Brasil, de uma maneira geral, está muito atrás quando se fala em acessibilidade e inclusão da pessoa com deficiência dentro da sociedade, então nós precisamos trabalhar isso, não apenas com projetos de leis, mas colocar em prática as leis que já existem”, afirmou.
Por meio do vereador, leis municipais voltadas à acessibilidade e inclusão já fazem parte do cotidiano do cidadão campo-grandense. Entre elas, destaca-se a Lei n.º 6.341/19, que instituiu o Centro Municipal de Interpretação de Libras (CMILCG), que tem como objetivo facilitar a comunicação e promover a acessibilidade entre as pessoas surdas e/ou com deficiência auditiva e os servidores municipais.
Outra iniciativa é a Lei 6.753/21, que instituiu a Campanha Permanente de Conscientização e Combate ao Capacitismo no Município de Campo Grande, que visa coibir toda e qualquer forma de discriminação e preconceito contra pessoa com deficiência.






