A proposta prevê a contratação de entidades privadas sem fins lucrativos para administrar serviços de saúde, como Centros Regionais de Saúde (CRSs) e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), com o objetivo de suprir a falta de servidores e aumentar a eficiência no atendimento.
Antes da votação, profissionais da rede pública de saúde procuraram a vereadora para apresentar preocupações relacionadas à proposta. Entre os pontos levantados, estavam questões sobre a gestão dos serviços, condições de trabalho e os impactos da mudança no atendimento à população.
Segundo a vereadora, o posicionamento contrário levou em consideração esse diálogo com os servidores e a necessidade de avaliar com cautela mudanças estruturais na área da saúde. “Nosso compromisso é ouvir quem está na linha de frente e entender como cada decisão impacta diretamente a população”, destacou.
Para Ana Portela, o debate sobre o modelo de gestão da saúde pública precisa ser amplo e considerar diferentes perspectivas, especialmente de quem vivencia a rotina dos serviços.
A votação integra uma discussão mais ampla sobre alternativas para enfrentar os desafios da saúde no município, incluindo a falta de profissionais e a busca por melhorias no atendimento à população.
Amanda Carolina
Assessoria de Imprensa do Vereador







