A Escola Judicial de Mato Grosso do Sul (Ejud-MS) realizou nesta quinta-feira, dia 12 de fevereiro, reunião com sua comissão, com o Conselho Editorial e de Pesquisa e com o Conselho Consultivo de Programas para apresentação das ações desenvolvidas em 2025 e definição do planejamento estratégico para 2026.
O encontro marcou o pontapé inicial das atividades da escola neste ano e reuniu o diretor-geral da Ejud-MS, desembargador Marco André Nogueira Hanson; a coordenadora pedagógica, juíza Kelly Gaspar Duarte; o juiz Diogo de Freitas; além dos juízes integrantes do Conselho Editorial e de Pesquisa, Denize de Barros Dodero, Vinicius Pedrosa Santos e a Tatiana Dias de Oliveira Said.
Também participaram alguns membros do Conselho Consultivo de Programas, sendo eles os juízes Olivar Augusto Roberti Coneglian, Joseliza Alessandra Vanzela Turine, Janine Rodrigues de Oliveira Trindade, e a servidora Ana Cristina Martins de Oliveira.
Durante a reunião, foi apresentado o relatório das atividades desenvolvidas no ano passado, com destaque para cursos de formação inicial e continuada de magistrados e capacitações voltadas a servidores do Poder Judiciário. Na sequência, os participantes analisaram e debateram o calendário de cursos e ações previsto para 2026.
Entre os pontos centrais da pauta estiveram as demandas obrigatórias que a Ejud deve cumprir, tanto para atender às resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), quanto para pontuação no Prêmio CNJ de Qualidade. Após a aprovação interna, o calendário de cursos destinados especialmente aos magistrados será encaminhado à Enfam até o final de fevereiro, conforme exigido pelas normas nacionais.
O diretor-geral da Ejud destacou a importância do planejamento estratégico para manter a escola alinhada às transformações sociais e tecnológicas. “Na escola, nós realizamos diversos cursos de formação e de aperfeiçoamento dos magistrados, dos servidores e do nosso Poder Judiciário. Procuramos estar atualizados às demandas sociais e aos novos acontecimentos para preparar tanto magistrados quanto servidores, como, por exemplo, a questão da inteligência artificial e da violência doméstica”, afirmou o desembargador Marco André Nogueira Hanson.
Após a aprovação do calendário de 2026, a Ejud dará início a mais um ciclo de capacitações, destacando a valorização profissional e o empenho da Escola com a formação contínua e a qualificação permanente do Judiciário sul-mato-grossense.





